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	<title>Blog da Redsuns</title>
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	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
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		<title>Pequena livraria sai da crise com ajuda da internet</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 23:35:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Broadway Books, em Portland, estava prestes a fechar as portas,  vítima da crise econômica americana. Até que o Twitter e a blogosfera  surgiram em seu socorro, provando que as novas tecnologias podem, sim,  resgatar velhos modelos de negócio

 






Encontro  de gerações &#124; Roberta Dyer contou com a ajuda do filho, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>A Broadway Books, em Portland, estava prestes a fechar as portas,  vítima da crise econômica americana. Até que o Twitter e a blogosfera  surgiram em seu socorro, provando que as novas tecnologias podem, sim,  resgatar velhos modelos de negócio</h3>
<p><!-- Créditos --></p>
<address> </address>
<p><!-- Corpo - página da matéria --></p>
<table cellpadding="1" width="650" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<div><img src="http://revistapegn.globo.com/Revista/Pegn/foto/0,,41287675,00.jpg" alt="Robbie McClaran" width="650" height="400" /></p>
<div>Encontro  de gerações | Roberta Dyer contou com a ajuda do filho, Aaron Durand, e  do seu blog para impedir o fechamento da livraria Broadway Books</div>
<p><!-- foto650 --></p>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Em janeiro de 2009, a crise econômica mostrava sua face mais  opressiva. Por toda parte, o que se via eram negócios fechando as portas  e funcionários antigos perdendo seus empregos. Era um fim de tarde  quando parei na livraria do meu bairro em Portland, estado de Oregon,  para pegar alguns livros que minha mulher precisava para um curso. Eu  era o único cliente. O silêncio parecia assustador. &#8220;Como vão as  coisas?&#8221;, perguntei à proprietária, Roberta Dyer, enquanto ela recebia o  meu pagamento. Eu era um cliente habitual da Broadway Books havia mais  de uma década, mas há meses não entrava na loja. Roberta fez uma pausa  antes de responder, e imaginei o pior. &#8220;Nosso ano foi péssimo&#8221;, admitiu.  &#8220;Mas, em dezembro, aconteceu um milagre.&#8221;</p>
<p>Há 17 anos, Roberta  enfrentava com coragem o desafio de manter a loja aberta, mesmo diante  da concorrência das franquias e das livrarias on-line. Nunca pensei nela  como alguém que acreditasse em milagres. Por isso, ao ouvir sua  resposta, imaginei que ela ainda estivesse abalada pelos fatos do ano  anterior. Qualquer que fosse o golpe de sorte que havia salvado a  livraria &#8211; uma herança de família, uma doação de um cliente ou outro  fato inesperado &#8211; , o mais provável era que ainda estivesse muito  emocionada para pensar claramente.</p>
<p>Eu estava enganado. A  história que ela me contou a seguir era absolutamente surpreendente. Não  é todo dia que as novas tecnologias, consideradas as destruidoras das  antigas tradições, colaboram para manter de pé dois pilares da velha  cultura &#8211; os livros e a tradicional loja de bairro, comandada pelo dono.  Mas não era só isso. O que eu ouvi de Roberta Dyer era uma história  sobre uma mãe e um filho que se conectaram, apesar de sua diferença de  gerações; sobre blogs, burritos e tempestades de neve; e sobre o poder  de resistência quase místico das pequenas empresas locais. Só o cético  mais insensível não chamaria aquilo de milagre.</p>
<p>Tudo  começou na manhã de 8 de dezembro de 2008, durante a temporada de  compras de fim de ano, quando a Broadway Books normalmente alcança 25%  de suas vendas anuais. Sentada atrás do balcão de sua livraria vazia,  cercada de pilhas de livros não vendidos, Roberta percebeu que o seu  faturamento estava prestes a desabar. Ela havia aberto a livraria em  1992, depois de passar duas décadas trabalhando para uma loja de  departamentos. Quando eu me mudei para o bairro, no ano seguinte, a  Broadway Books já estava estabelecida. Era pra lá que os moradores do  bairro se dirigiam quando queriam encontrar um bom livro.</p>
<p>Foi  assim até setembro do ano passado. Mas aí tudo mudou. &#8220;Comecei a ver um  olhar triste nas pessoas&#8221;, lembra Roberta. &#8220;Era como se elas tivessem  perdido a fé nas coisas mais básicas. Ninguém comprava mais nada nas  lojas do bairro.&#8221; Os meses de outubro e novembro foram igualmente  sombrios. Diante dos maus resultados do início de dezembro, Roberta  começou a perder a fé: talvez fosse mesmo hora de fechar as portas.  Antes de tomar qualquer decisão, porém, decidiu ligar para o filho.  Precisava dizer a ele que não encontrara aquele livro de música  encomendado havia alguns meses. Mas, acima de tudo, precisava ouvir a  voz do único filho. Aaron Durand, de 28 anos, estava em seu trabalho,  numa empresa de calçados Birkenstock USA em Novato, na Califórnia,  quando recebeu a ligação.</p>
<p>&#8220;Não consegui aquele livro para  você&#8221;, disse ela. &#8220;Tudo bem&#8221;, respondeu o filho. &#8220;Não tenho pressa.&#8221;  Ela insistiu. &#8220;Você não entendeu, eu não posso te ajudar. Meus  distribuidores não trabalham com essa editora. Você vai ter de entrar  on-line, fuçar um pouco e encomendar o livro.&#8221; Estranhando o tom  desanimado da mãe, Aaron perguntou: &#8220;Está tudo bem com você?&#8221;. Ela disse  apenas: &#8220;Sinto muito, filho, não posso te ajudar&#8221;. Encafifado, Aaron  mandou um e-mail para o pai. &#8220;O que está acontecendo com a mamãe?&#8221; Foi  David Durand quem deu a notícia ao filho: a Broadway Books ia fechar  suas portas.</p>
<p>Aaron ficou atônito. Ele tinha 12 anos quando  sua mãe abriu a loja. Roberta era tão dedicada à livraria que a família  costumava dizer que ela era sua filha. Perdê-la seria um golpe  terrível. Sem pensar, Aaron abriu o laptop, entrou em sua página no  Twitter e começou a digitar: &#8220;Se você estiver em Portland, pode me fazer  um favor? Compre um livro na Broadway Books. Não, espere, compre 3&#8230;&#8221;.  Ele costumava entrar no Twitter para contar aos amigos que música  estava escutando ou falar sobre minigolfe. Mas, naquele momento, as  palavras vieram com mais força. Aaron teve uma inspiração, e completou:  &#8220;&#8230;e eu lhe pagarei um burrito na próxima vez que for à cidade&#8221;,  digitou.</p>
<p>Durand e seus amigos usavam burritos (o famoso prato mexicano) como um  código. Era mais simpático dizer: &#8220;Eu te pago um burrito&#8221;, do que: &#8220;Eu  te devo 5 dólares&#8221;. Ele não sabia por que havia associado os burritos às  dificuldades de sua mãe, mas gostou do resultado final. Depois, decidiu  que seu blog, chamado Everydaydude, também precisava entrar nessa  batalha. O site recebia pouco mais de 20 acessos por mês, mas ainda era a  melhor ferramenta que ele tinha à disposição. Naquele dia, escreveu: &#8220;A  loucura que é a nossa situação econômica não estava me incomodando. O  dono da empresa onde eu trabalho havia dito que não ia demitir ninguém.  Não tenho ações, nem sequer sei como comprá-las. Vivo um dia de cada vez  e gosto que seja assim. Então, foi preciso levar um tapa na cara para  acordar. Isso aconteceu comigo ontem, e eu despertei.&#8221;</p>
<p>Aaron  continuou digitando, contando a história da mãe e explicando a  importância da Broadway Books, tanto para a comunidade de Portland  quanto para Roberta. Contou como havia descoberto que a loja estava em  dificuldade. Confessou que quase havia chorado, mas disse que o  desespero havia sido substituído pela raiva, e finalmente por uma  decisão. &#8220;Então, vai ser assim. Vou estar em Portland de 15 a 19 de  janeiro de 2009. Encontrem-me no Cha Cha Cha, no dia 16 de janeiro, às  seis da tarde. Se você tiver um recibo da Broadway Books de mais de US$  50, eu te pagarei um burrito. Passe isto adiante. Ganhe um burrito  grátis! Apoie as empresas locais! Saia da internet!&#8221; Aaron fez uma  pausa. Ele não era um escritor, mas sabia que seu texto precisava de um  final atraente. &#8220;As dificuldades econômicas vão desaparecer. Se você  acha isso impossível, tente ver as coisas com mais otimismo. Essa é uma  virtude que aprendi com a minha mãe.&#8221;</p>
<p>Depois de postar a  mensagem, Aaron voltou ao Twitter a fim de colocar um link para o seu  texto no blog. Seu raciocínio era simples: mesmo que apenas algumas  pessoas comprassem na livraria, pelo menos seria um reforço psicológico  para sua mãe. Ao entrar no Twitter, viu que sua mensagem havia sido  retransmitida por um amigo de Portland. Depois disso, outros amigos  &#8220;retwitaram&#8221; o texto. No total, a mensagem foi repassada 30 vezes.</p>
<table style="height: 158px;" cellpadding="1" width="658" align="center">
<tbody>
<tr>
<th>JOGADA DE MESTRE</th>
</tr>
<tr>
<td><strong>A PROMESSA&#8230;</strong><br />
No dia 10 de dezembro, Aaron Durand prometeu pagar  um burrito a todas as pessoas que comparecessem ao restaurante Cha Cha  Cha, em Portland, no dia 16 de janeiro, com um recibo da livraria  Broadway Books de mais de US$ 50</p>
<p><strong>A COBRANÇA&#8230;</strong><br />
No dia 16 de janeiro, diante de uma equipe de  televisão local, Aaron e sua mãe pagaram 80 burritos e o restaurante  bancou mais 40 para todos que compareceram. Algumas pessoas, porém,  fizeram questão de pagar a própria conta</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Nos  três dias seguintes, o Everydaydude recebeu três vezes mais visitantes  do que o total dos dois meses anteriores. Amigos contaram a Aaron que  haviam recebido e-mails de estranhos com um link para o seu blog. Nos  escritórios da Nike e da Adidas em Portland, o texto de Aaron foi parar  no e-mail de alguns funcionários, que o retransmitiram para toda a  empresa. Na agência de publicidade Wieden+Kennedy, em Portland, Jeff  Selis, um antigo cliente da Broadway Books, recebeu um e-mail com um  link para o blog de Aaron. Selis repassou a mensagem para toda a  empresa. Em resumo: o pedido sincero de Aaron havia se tornado viral.  Quem não estava colocando nenhuma fé nessa história era sua mãe. &#8220;Eu não  sabia se era a favor daquilo tudo&#8221;, diz Roberta. &#8220;Fiquei comovida com a  atitude do meu filho, mas estava muito abalada com a situação da loja.&#8221;</p>
<p>Um  dia depois da publicação do texto no blog, a Broadway Books teve 12  vendas a mais que na mesma data no ano anterior. O crescimento se  manteve nos cinco dias seguintes. Em vez dos clientes habituais da loja,  geralmente de meia-idade, os novos clientes tinham 20 ou 30 anos: eram  jovens desenhistas de calçados da Nike e da Adidas; pessoas que usavam  gorros, fones de ouvido, bicicletas. Todas compraram pelo menos três ou  quatro livros &#8211; ou seja, estavam atendendo ao apelo de Aaron. Roberta  assistia àquilo tudo com surpresa e gratidão, mas não tinha esperança de  que as coisas fossem realmente mudar. Assim que a neve chegar, pensou,  os clientes vão desaparecer de novo. A primeira tempestade de neve do  ano aconteceu na segunda-feira, 15 de dezembro. O ar adquiriu um tom  cinza, um vento ártico soprou e o gelo quebrou galhos de árvores e  derrubou cabos de eletricidade. Ao ver as ruas cobertas de neve, Roberta  teve certeza de que a festa havia acabado. Mal sabia ela que estava  apenas começando.</p>
<table cellpadding="1" width="650" align="center">
<tbody>
<tr>
<th>OS TWEETS QUE SALVARAM A LIVRARIA</th>
</tr>
<tr>
<td>
<div><img src="http://revistapegn.globo.com/Revista/Pegn/foto/0,,41287676,00.jpg" alt="Revista PEGN" width="650" height="170" /> <!-- foto650 --></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td><em>Se  você estiver em Portland, pode me fazer um favor? Compre um livro na  Broadway Books. Não, espere, compre três e eu lhe pagarei um burrito</em><br />
10:42 AM, Dec 10th, 2008 from web</p>
<p><em>Apoie a sua livraria local. Em Portland, isso significa Broadway Books </em><br />
12:54 PM Dec 10th, 2008 from web</p>
<p><em>@betsywhim Uau! Muito obrigado. As respostas que tive para esse post foram muitas e incríveis. Nunca esperei tudo isso </em><br />
7:45 PM Dec 11th, 2008 from web in reply to portlandmercury</p>
<p><em>Leia no meu blog: A loucura que é a nossa atual situação econômica… http://tinyurl.com/5vs5oz</em><br />
7:18 AM December 12th, 2008 from web</p>
<p><em>&#8220;Eu pensei que meus amigos leriam o blog e comprariam alguns livros. Não imaginava essa reação&#8221;</em><br />
Aaron Durand, filho de Roberta Dyer, dona da Broadway Books</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Em busca de histórias com clima de Natal, a mídia de Portland decidiu  apostar na história emocionante que envolvia livros, blogs e burritos.  Um artigo sobre a batalha quixotesca de Aaron para salvar a livraria da  mãe foi publicado na edição on-line de um jornal semanal. Uma afiliada  de uma rede de TV produziu uma matéria para o noticiário noturno.  Enquanto isso, a neve cada vez mais alta impedia que os caminhões  entregassem as encomendas da Amazon e de outras livrarias on-line.  Dirigir era impossível, mas o Natal se aproximava e as pessoas  precisavam comprar. Foi aí que caiu a ficha dos habitantes de Portland:  por que não fazer a coisa certa e ir até a livraria do bairro?</p>
<p>Enquanto  tudo isso acontecia, Aaron Durand, o autor da mágica, acompanhava o  movimento de longe. &#8220;Fiquei surpreso com a reação das pessoas&#8221;, diz.  &#8220;Achei que meus amigos leriam meu blog, e talvez uns poucos comprassem  alguns livros. Jamais imaginei que minha mensagem atingiria tantas  pessoas.&#8221; Ao fechar as contas de dezembro, Roberta percebeu que o  impossível havia acontecido: ela havia vendido 7% a mais do que no ano  anterior. Mais do que isso: dezembro de 2008 ficaria para a história  como o melhor mês de vendas da Broadway Books de todos os tempos.  &#8220;Ganhei o ano&#8221;, diz Roberta. &#8220;Paguei todas as contas e ainda entrei no  ano novo com folga para respirar.&#8221;</p>
<p>Agora, só faltava Aaron  cumprir o acordo que havia feito com a blogosfera e pagar um número  desconhecido de burritos para todo mundo que aparecesse no Cha Cha Cha,  em Portland. No dia 16 de janeiro, uma equipe de televisão compareceu ao  local para registrar o grande evento. Aaron e sua mãe pagaram 80  burritos e o restaurante preparou mais 40. O comparecimento foi pequeno,  mas entusiástico: eram principalmente amigos de Aaron e de seus pais. A  maioria dos convidados não fez questão de comer de graça, apenas  participou da festa. E a equipe de TV conseguiu sua matéria comovente  para o jornal da noite.</p>
<p>Terminadas as férias, o filho de  Roberta Dyer voltou para São Francisco, na Califórnia, e retomou seu  trabalho na Birkenstock USA, em Novato. Em sua primeira manhã de volta,  Aaron foi chamado ao escritório do presidente da empresa. &#8220;Pensei que  ele fosse me despedir, porque eu havia gasto tempo demais no projeto da  Broadway Books quando deveria estar trabalhando&#8221;, diz Aaron. &#8220;Em vez  disso, ele me deu parabéns e disse que tinha ficado impressionado com a  maneira criativa como usei as redes sociais. Depois, me deu um aumento e  me promoveu para o departamento de marketing da companhia.&#8221;</p>
<p>Um  mês depois da minha primeira visita, em fevereiro de 2009, retornei à  Broadway Books. A livraria estava silenciosa. Um casal de meia-idade  parou para fofocar e examinar os lançamentos, mas saiu sem comprar nada.  &#8220;É assim que são as manhãs&#8221;, disse-me Roberta. &#8220;Os negócios melhoram à  tarde e durante o fim de semana. Domingo é nosso dia mais movimentado.&#8221;  Depois de uma breve pausa, ela continuou: &#8220;É claro que o que aconteceu  em dezembro não salvou a livraria a longo prazo. A reação do público ao  blog de Aaron foi uma coisa isolada, e só funcionou porque não foi  forçada ou premeditada. Mas serviu para lembrar às pessoas a importância  das lojas de bairro. Serviu para lembrar que o lugar onde você compra  seus livros é importante. Por falar nisso, o que você está lendo?&#8221;.  Infelizmente, tudo o que havia lido nos últimos meses era a seção de  esportes do jornal, respondi. &#8220;Venha comigo&#8221;, ela disse, com um brilho  nos olhos. &#8220;Acho que tenho uma coisinha aqui que você vai gostar.&#8221;</p>
<table cellpadding="1" width="650" align="center">
<tbody>
<tr>
<th>MILAGRE NA RUA PORTLAND</th>
</tr>
<tr>
<td><strong>A QUEDA&#8230;</strong><br />
Entre setembro e novembro de 2008, Roberta Dyer viu o  seu negócio chegar ao fundo do poço. Com as vendas em baixa e a  livraria deserta, só restava à empresária fechar a Broadway Books</p>
<p><strong>O SALTO&#8230;</strong><br />
Depois que a livraria virou notícia na internet, os  clientes voltaram com força total. Em dezembro de 2008, vendeu 7% a mais  do que no mesmo mês do ano anterior. Foi o melhor mês de vendas na  história da loja</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI145755-17152,00-SALVOS%20PELA%20INTERNET.html" target="_blank">Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Decifre os visitantes do seu site</title>
		<link>http://blog.redsuns.com.br/2010/07/decifre-os-visitantes-do-seu-site/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 23:54:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Web Analytics]]></category>

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		<description><![CDATA[Serviços de análise de dados, como o Webtrends ou o Google Analytics,  podem ajudá-lo a conhecer melhor os seus clientes. Mas, com o volume  cada vez maior de informações disponíveis na rede, a avaliação nem  sempre é tão simples. Veja abaixo o que realmente importa para entender o  movimento do seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Serviços de análise de dados, como o <a href="http://www.webtrends.com.br/" target="_blank">Webtrends</a> ou o <a href="http://www.google.com/analytics" target="_blank">Google Analytics</a>,  podem ajudá-lo a conhecer melhor os seus clientes. Mas, com o volume  cada vez maior de informações disponíveis na rede, a avaliação nem  sempre é tão simples. Veja abaixo o que realmente importa para entender o  movimento do seu endereço virtual</p>
<div><strong>VISITANTES ÚNICOS</strong></div>
<p>Esse é o índice mais básico: representa o número exato de  pessoas que visitaram o seu site em um determinado período. Serve para  calcular a popularidade da sua página. Se o número estiver abaixo do  esperado, é sinal de que o plano de mídia está errado. Para quem busca  divulgação de marca e relacionamento com clientes na internet, a  quantidade de visitantes únicos é extremamente relevante. Já para as  empresas que querem vender na rede, a qualificação do público é mais  importante. “É melhor ter menos acesso e vender mais, do que atrair  muitas pessoas que não têm interesse nos seus produtos”, diz Marcel  Matsuda, diretor da agência especializada Fri.To.</p>
<div><strong>TAXA DE REJEIÇÃO </strong></div>
<p>O internauta entra no seu site, não interage com nada e sai.  Isso quer dizer que o seu endereço virtual foi rejeitado por aquele  usuário. Todos os serviços de análise de dados fornecem o percentual das  pessoas que recusaram a sua página. É natural que cerca de 40% dos  visitantes únicos rejeitem um site. “Hoje já existem mais sites do que  pessoas no mundo. Muita gente chega em um site sem querer. É natural”,  afirma Flavio Luizetto, gerente de operações da agência especializada  Web Traffic.</p>
<div><strong>PÁGINAS VISITADAS </strong></div>
<p>Trata-se do número total de páginas navegadas pelos usuários no  seu site. Uma boa média, segundo Luizetto, da WebTraffic, são três  páginas para cada usuário único. Sites com lojas virtuais devem ter um  índice maior de páginas visitadas. “É normal que lojas virtuais tenham  até sete cliques”, diz Luizetto.</p>
<div><strong>ASPECTOS DEMOGRÁFICOS </strong></div>
<p>Ficar atento às características dos usuários é fundamental para  traçar uma boa estratégia de divulgação. Dados como a cidade, estado e  país de onde acessam o seu site, assim como o horário de pico das  visitas, são vitais para um bom plano de mídia. “É importante  identificar o perfil do visitante para não desperdiçar verba na hora de  definir o investimento em mídia”, diz Matsuda, da Fri.To.</p>
<div><strong>DE ONDE VÊM OS INTERNAUTAS </strong></div>
<p>Saber como os internautas chegam ao site também é importante. Se  a maior parte encontra seu endereço pelo Google, investir em links  patrocinados pode ser uma boa estratégia. “É possível identificar de  onde vem o público. É ali que sua empresa precisa fazer anúncios”, diz  Luizetto.</p>
<p>Fonte: <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI145669-17156,00-DECIFRE%20OS%20VISITANTES%20DO%20SEU%20SITE.html" target="_blank">Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Pequenos negócios de comércio eletrônico devem crescer 40% neste ano</title>
		<link>http://blog.redsuns.com.br/2010/07/pequenos-negocios-de-comercio-eletronico-devem-crescer-40-neste-ano/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 02:18:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Eletrônico]]></category>

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		<description><![CDATA[Empresas de pequeno porte respondem por 20% do comércio virtual ou  digital no país; faturamento desse segmento atingiu cerca de R$ 2  bilhões em 2009, segundo a Camara-e.net
O comércio  eletrônico – também conhecido como comércio virtual ou  digital &#8211; deverá fechar 2010 com faturamento superior em 40% em relação a  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Empresas de pequeno porte respondem por 20% do comércio virtual ou  digital no país; faturamento desse segmento atingiu cerca de R$ 2  bilhões em 2009, segundo a Camara-e.net</h3>
<p>O <strong>comércio  eletrônico</strong> – também conhecido como comércio virtual ou  digital &#8211; deverá fechar 2010 com faturamento superior em 40% em relação a  2009, quando o setor faturou em torno de R$ 10 bilhões. A previsão é da  Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico ( <a href="http://www.camara-e.net/" target="_blank">www.camara-e.net</a> ), que credita cerca  de 20% do total faturado ou R$ 2 bilhões às vendas virtuais realizadas  por <strong>micro</strong>, <strong>pequenas e médias empresas</strong> no ano passado.</p>
<p>“Esperamos que todo o bolo  cresça 40% e os 20% relativos aos negócios virtuais das micro, pequenas e  médias empresas também deverão crescer 40%”, afirma Gerson Rolim,  diretor executivo da Camara-e.net, entidade que congrega 150 associados  de todos os setores e segmentos de mercado no país. A maioria das  empresas praticantes do comércio eletrônico está nas regiões Sul e  Sudeste. Na Região Nordeste, há predominância das grandes redes  varejistas nessa modalidade comercial, informa Rolim.</p>
<p>O uso de plataformas digitais é crescente no país para vários  fins, entre eles, o comércio eletrônico, segundo pesquisas secundárias  de mercado. No caso das MPE, elas usam os meios virtuais mais para  pesquisar preços, produtos, serviços e fornecedores do que para comprar e  vender, segundo tais pesquisas. No País ainda existe grande parcela da  população e de empresas excluídas do acesso ao <strong>mundo digital</strong>.  Esse seria um dos motivos da pouca adesão ao comércio eletrônico, até o  momento, de acordo com essas fontes informais.</p>
<p><strong>Sebrae  e comércio eletrônico<br />
</strong><br />
Há quase dois  anos, o Sebrae patrocina o circuito nacional de palestras, denominado  MPE Net, uma iniciativa da Camara-e.net, que também conta com  instituições financeiras como parceiras. O objetivo das palestras é  levar informações e conhecimentos sobre ferramentas tecnológicas e  comércio eletrônico para empresários de pequeno porte de diversas  regiões do país. Na programação deste ano consta o total de 24  palestras, que estão sendo realizadas em 14 estados, cujo público  estimado é de 6 mil <strong>empresários</strong>.</p>
<p>“Buscamos criar a cultura de comércio eletrônico junto aos  empresários, que estão a frente das MPE. Grande parte deles é usuário da  internet, mas ainda não compra e vende virtualmente seus produtos e  serviços”, explica Carlos Alberto Santos, diretor-técnico do Sebrae.</p>
<p>“Os temas segurança e certificação digital precisam  ficar bastante claros para eles, pois ainda há muito desconfiança em  relação aos negócios virtuais. A transação eletrônica tem de ser segura  tanto para o comerciante como para o cliente”, afirma Wang Hsiu Ching,  gerente da Unidade de Acesso a Mercados do Sebrae.</p>
<p>Outra ação do Sebrae em relação a esse tema é a Bolsa de Negócios,  uma ferramenta eletrônica de aproximação entre empresas. Elas publicam o  que estão comprando e vendendo e o sistema gera um cruzamento  automático de dados. A Bolsa de Negócios do Sebrae atua nos setores de  agronegócios, comércio, indústria e serviços. Em março deste ano, mais  de 10 mil empresas estavam utilizando essa ferramenta.</p>
<p>A logística do comércio eletrônico é bastante diferente do  comércio presencial ou convencional, segundo a publicação ‘A Internet  como ferramenta de negócios’, do Sebrae no Estado do Rio de Janeiro.  Nesse caso, não basta ter ótimos site, produto/serviço e bons preços. É  preciso implantar um sistema de logística mais complexo, que envolve  armazenagem, transporte e excelente serviço de entrega, diz a  publicação.</p>
<p>Fonte: <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI152870-17180,00-PEQUENOS%20NEGOCIOS%20DE%20COMERCIO%20ELETRONICO%20DEVEM%20CRESCER%20NESTE%20ANO.html" target="_blank">Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios</a></p>
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		<title>Web vira o principal canal de atendimento bancário</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 21:08:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa do Banco Central mostra que as operações via internet, home  e office banking responderam por 30,6% de todas as transações entre  clientes e bancos no ano passado, com 8,36 bilhões de operações
A internet passou a ser o principal canal de  atendimento bancário no Brasil em 2009. Pesquisa realizada pelo Banco Central [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Pesquisa do Banco Central mostra que as operações via internet, home  e office banking responderam por 30,6% de todas as transações entre  clientes e bancos no ano passado, com 8,36 bilhões de operações</h3>
<p>A <strong>internet</strong> passou a ser o principal canal de  atendimento bancário no Brasil em 2009. Pesquisa realizada pelo<strong> Banco Central</strong> e divulgada hoje mostra que as operações via  internet, home e office banking responderam por 30,6% de todas as  transações entre clientes e bancos no ano passado, com 8,36 bilhões de  operações.</p>
<p>Com esse desempenho, a web ultrapassou os  caixas eletrônicos que, até 2008, lideravam as transações bancárias. Em  2009, os caixas automáticos responderam por 29,8% do movimento com 8,13  bilhões de operações. Um ano antes, a liderança do movimento ainda era  dos caixas eletrônicos, que haviam respondido por 32,2% das operações,  enquanto a internet tinha 29,4% das operações.</p>
<p>Entre 2008  e 2009, o número de transações via web aumentou 15,6%. Na mesma base de  comparação, o movimento nos caixas eletrônicos avançou 2,7%. Entre os  demais canais de atendimento, as agências estão em terceiro no ranking  do BC, com 23,8% do movimento registrado em 2009 ou 6,5 bilhões de  operações. Em seguida, a parecem os correspondentes bancários (9,5%),  atendimento telefônico (5,9%) e operações eletrônicas por telefonia  celular e aparelhos do tipo PDA (0,4%).</p>
<p>Fonte: <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI152618-16382,00-WEB%20VIRA%20O%20PRINCIPAL%20CANAL%20DE%20ATENDIMENTO%20BANCARIO.html" target="_blank">Época Negócios</a></p>
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		<title>Pesquisa mapeará o uso da internet nas pequenas empresas</title>
		<link>http://blog.redsuns.com.br/2010/06/pesquisa-mapeara-o-uso-da-internet-nas-pequenas-empresas/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 14:03:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Eletrônico]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudo já em andamento é resultado de parceria entre ACSP e Uninove,  e deve dar origem a um manual com as melhores práticas no comércio  eletrônico
 A partir do próximo mês, as  pequenas e médias empresas terão um panorama de como a  categoria faz uso estratégico da internet nos negócios. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Estudo já em andamento é resultado de parceria entre ACSP e Uninove,  e deve dar origem a um manual com as melhores práticas no comércio  eletrônico</h3>
<p><!-- Créditos --> <!-- Corpo - página da matéria -->A partir do próximo mês, as  <strong>pequenas e médias empresas</strong> terão um panorama de como a  categoria faz uso estratégico da <strong>internet</strong> nos negócios. A <strong>Associação Comercial de São Paulo</strong> (ACSP) e o <strong>Programa de Mestrado e Doutorado em Administração</strong> (PMDA) da <strong>Universidade Nove de Julho</strong> (Uninove) vão  elaborar, em parceria, uma pesquisa intitulada “Uso estratégico da  internet em <strong>negócios eletrônicos</strong> como ferramenta para  inserção de pequenas empresas no mercado competitivo”.</p>
<p>O  projeto, idealizado pela professora e pesquisadora do PMDA da Uninove  Silvia Novaes Zilber, conta com o apoio da <strong>Fundação de Amparo à  Pesquisa do Estado de São Paulo</strong> (Fapesp) e tem duas fases. Na  primeira, já finalizada, foram feitos estudos de caso em segmentos de <strong>varejo </strong>e <strong>serviços</strong>, como moda, publicidade na  internet, venda de produtos de informática, venda de livros, venda de  flores etc. Na segunda, que deve ser concluída até o final de julho, os  dados apurados vão servir para quantificar as práticas de uso da  internet em pequenas e médias empresas. “Nosso objetivo é investigar  qual o modelo de negócio usado pelos empresários dessas PMEs para o  comércio eletrônico, além de analisar o perfil desses empreendedores”,  diz Silvia.</p>
<p>Para a superintendente de Marketing da ACSP,  Sandra Turchi, a ideia principal é fazer um diagnóstico destes setores,  para entender quais empresas já nasceram &#8216;virtuais&#8217; e quais atuavam no  meio físico e migraram para o meio digital, analisando se existe uma  diferença entre os modelos de negócio utilizados por esses dois tipos de  empresas e quais suas vantagens ou dificuldades. “A pesquisa nos  permitirá reunir informações capazes de levantar um perfil das pequenas e  médias empresas, identificando como usaram a internet para aproveitar  oportunidades e alavancar seus negócios”, afirma Sandra.</p>
<p>Outro  benefício da pesquisa é a elaboração de um tipo de manual ou guia que  reúna as melhores práticas para que esses empresários implantem o  comércio eletrônico. “A Uninove aplicará um questionário on-line às  empresas, e as respostas serão conduzidas uma análise para a criação, em  conjunto, de um guia para um comércio eletrônico bem-sucedido”, diz  Sandra.</p>
<p>Fonte: <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI149069-17180,00-PESQUISA%20MAPEARA%20O%20USO%20DA%20INTERNET%20NAS%20PEQUENAS%20EMPRESAS.html" target="_blank">Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios</a></p>
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		<title>Classe C compra mais pela internet</title>
		<link>http://blog.redsuns.com.br/2010/05/classe-c-compra-mais-pela-internet/</link>
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		<pubDate>Sat, 08 May 2010 20:11:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Segundo Ibope Media, este consumidor preza pela publicidade e confia  em celebridades
Anunciar em redes sociais pode ser uma estratégia de marketing para os  anunciantes que desejam se comunicar com a classe C. Este público está  cada vez mais conectado à internet e o fato de 66,7% terem cartão de  crédito próprio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="materia_olho">
<h3>Segundo Ibope Media, este consumidor preza pela publicidade e confia  em celebridades</h3>
<p>Anunciar em redes sociais pode ser uma estratégia de marketing para os  anunciantes que desejam se comunicar com a classe C. Este público está  cada vez mais conectado à internet e o fato de 66,7% terem cartão de  crédito próprio ou de alguém próximo, facilita a compra virtual.</p>
<p>&#8220;Dois  terços das pessoas que acessam a internet têm disponibilidade de uso de  cartão de crédito pessoal ou da família. Isso pode ser a porta de  entrada a ser explorada no comércio eletrônico&#8221;, disse Alexandre  Crivellaro, diretor de inovação do Ibope Media, durante sua apresentação  nesta tarde (6) no E-commerce Summit, em São Paulo.</p>
<p>A relação entre compras online e comerciais de TV é um comportamento  comum entre o consumidor classe C e por isso, a comunicação integrada  seja mais eficaz. O uso de celebridades nas campanhas é outro fator que  chama a atenção dessas pessoas. &#8220;A classe C confia muito na propaganda e  por isso ela tem que ser bem feita. Além disso, eles também confiam nas  celebridades. Isso tende a levar o consumidor da classe C a ir com mais  facilidade para dentro da loja&#8221;, observou Crivellaro.</p>
<p>Hoje o Brasil possui 67 milhões de pessoas conectadas à internet e o País lidera o  ranking dos países que mais tempo passam online: 45 horas e 43 minutos,  ficando a frente de Reino Unido, Estados  Unidos e França.</p>
<p>Fonte: <a href="http://portalexame.abril.com.br/marketing/noticias/classe-c-compra-mais-pela-internet-557357.html" target="_blank">Exame PME</a></p>
</div>
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		<title>Brasil tem mais de 15 milhões de usuários de banda larga</title>
		<link>http://blog.redsuns.com.br/2010/04/brasil-tem-mais-de-15-milhoes-de-usuarios-de-banda-larga/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 17:38:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Banda Larga]]></category>
		<category><![CDATA[Celular]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa Barômetro Cisco aponta que novos usuários estimulam  aumento da velocidade e a queda do preço da banda larga no Brasil
Brasil ganhou 1,3 milhão de conexões banda larga no segundo semestre de 2009. O total equivale a um crescimento de 9,5%  em relação ao primeiro semestre de 2009 e de 27% de crescimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Pesquisa Barômetro Cisco aponta que novos usuários estimulam  aumento da velocidade e a queda do preço da banda larga no Brasil</h3>
<p>Brasil ganhou 1,3 milhão de <strong>conexões banda larga</strong> no segundo semestre de 2009. O total equivale a um crescimento de 9,5%  em relação ao primeiro semestre de 2009 e de 27% de crescimento em  relação ao ano anterior, aponta estudo <strong>Barômetro Cisco</strong> divulgado nesta quinta-feira (29/04).</p>
<p>Com este  crescimento, o número de usuários de banda larga no Brasil chegou a 15  milhões, um total acima da expectativa do estudo, que era atingir 15  milhões de usuários somente no final de 2010. Desses, 3,5 milhões são  assinantes de serviços de banda larga pelo celular ou modem 3G.</p>
<p><img class="alignleft" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" src="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios2/foto/0,,33182316,00.jpg" alt="Shutterstock" width="310" height="220" /></p>
<p>Segundo relatório, uma nova meta será discutida para futuras  edições do Barômetro, tendo em vista <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI126756-16357,00-SE+EMPRESAS+NAO+FIZEREM+BANDA+LARGA+ESTADO+FARA+DIZ+LULA.html">as  próximas ações de popularização da banda larga em estudo pelo governo  brasileiro</a> e por investimentos locais de provedoras de serviços de  internet.</p>
<p>O estudo apontou alguns motivos para o  forte crescimento do acesso rápido à internet no Brasil. Entre eles  estão a manutenção da redução de impostos para a compra computadores e a  migração de usuários iniciantes de conexões dial-up para pacotes  econômicos de banda larga.</p>
<p>Com o número de usuários  aumentando, os preços caem. Isso tem acontecido especialmente com as  velocidades mais altas. Segundo o Barômetro Cisco, o ADSL de 20 Mbps  diminuiu seu custo de R$ 487,50 em janeiro de 2009 para R$ 189,90 em  janeiro de 2010.</p>
<p>Enquanto os preços caem, a velocidade  média de navegação para a banda larga fixa aumenta. As velocidades entre  512 e 999 Kbps estão perdendo espaço para as velocidades entre 1 e  1,999 Mbps, revela a pesquisa. Segundo o estudo, as velocidades acima de  2 Mbps foram as que mais cresceram no período analisado, saindo  de 16,1% no primeiro semestre de 2009 para 18,5% no segundo.</p>
<p>Considerando  a distribuição do acesso pelo país, São Paulo continua sendo o maior  reduto de usuários de banda larga, com 41,3% do total. Mas a região  Nordeste ganhou participação, aumentando sua fatia de 5,8% no primeiro  semestre, para 16,3% no segundo semestre de 2009. O estudo estima que ao  final do ano passado, 5,98% dos brasileiros usavam banda larga.</p>
<p>Fonte: <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI136876-16382,00-BRASIL%20TEM%20MAIS%20DE%20MILHOES%20DE%20USUARIOS%20DE%20BANDA%20LARGA.html" target="_blank">Época Negócios</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Instalar o NS2 no Ubuntu</title>
		<link>http://blog.redsuns.com.br/2010/04/instalar-o-ns2-no-ubuntu/</link>
		<comments>http://blog.redsuns.com.br/2010/04/instalar-o-ns2-no-ubuntu/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 22:53:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Johnny</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[apt-get]]></category>
		<category><![CDATA[deb]]></category>
		<category><![CDATA[Network Simulator]]></category>
		<category><![CDATA[NS2]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Se assim como nós, você sofreu tentando instalar o NS2 segue uma dica que pode facilitar a sua vida.

Caso você já possua uma versão do NS2 instalado:



0) Remova todos os diretorórios ns-allinone-2.3x e reverta alterações feitas no ~/.bashrc relacionadas como o NS2.
Caso contrário comece do Passo 1:
1) Adicione os seguintes repositórios ao seu /etc/apt/source.list




deb &#160;http://ppa.launchpad.net/wouterh/ppa/ubuntu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Se assim como nós, você sofreu tentando instalar o NS2 segue uma dica que pode facilitar a sua vida.<span id="more-175"></span></div>
<div>
<h3><strong>Caso você já possua uma versão do NS2 instalado:</strong></h3>
</div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div><strong>0)</strong> Remova todos os diretorórios ns-allinone-2.3x e reverta alterações feitas no ~/.bashrc relacionadas como o NS2.</div>
<h3><strong>Caso contrário comece do Passo 1</strong>:</h3>
<div><strong>1)</strong> Adicione os seguintes repositórios ao seu /etc/apt/source.list</div>
<div>
<div class="dean_ch" style="white-space: wrap;">
<ol>
<li class="li1">
<div class="de1">deb &nbsp;http://ppa.launchpad.net/wouterh/ppa/ubuntu karmic main
</div>
</li>
<li class="li1">
<div class="de1">deb-src http://ppa.launchpad.net/wouterh/ppa/ubuntu karmic &nbsp;main
</div>
</li>
<li class="li1">
<div class="de1">&nbsp;</div>
</li>
</ol>
</div>
</div>
<p><strong><strong>2)</strong> </strong>Atualize suas informações dos repositórios</p>
<div class="dean_ch" style="white-space: wrap;">
<ol>
<li class="li1">
<div class="de1">sudo apt-get update
</div>
</li>
<li class="li1">
<div class="de1">&nbsp;</div>
</li>
</ol>
</div>
<p><strong><strong>2)</strong> </strong>Utilize a seguinte linha de comando para instalar o NS2</p>
<div class="dean_ch" style="white-space: wrap;">
<ol>
<li class="li1">
<div class="de1">sudo &nbsp;apt-get install ns nam xgraph</div>
</li>
</ol>
</div>
<p><strong>Isso é tudo, boa diversão!<strong> </strong></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Entenda seu consumidor antes de definir as ferramentas de venda</title>
		<link>http://blog.redsuns.com.br/2010/04/entenda-seu-consumidor-antes-de-definir-as-ferramentas-de-venda/</link>
		<comments>http://blog.redsuns.com.br/2010/04/entenda-seu-consumidor-antes-de-definir-as-ferramentas-de-venda/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 17:48:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[Neil Baron, um blogueiro da revista americana FastCompany,  começou a refletir sobre estratégias de vendas quando viu sua mulher  pregando uma cortina com uma chave inglesa. “O martelo estava muito  longe, lá embaixo”, explicou a ele. Indo direto ao ponto, Baron começa a  refletir se a ferramenta de vendas de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neil Baron, um blogueiro da revista americana <a href="http://www.fastcompany.com/" target="_blank">FastCompany</a>,  começou a refletir sobre estratégias de vendas quando viu sua mulher  pregando uma cortina com uma chave inglesa. “O martelo estava muito  longe, lá embaixo”, explicou a ele. Indo direto ao ponto, Baron começa a  refletir se a ferramenta de vendas de uma empresa é adequada ao  consumidor. “É fácil usar a ferramenta mais à mão, e não pensar na que  desempenha melhor o trabalho”, diz ele.</p>
<p><img title="blog-ferramentas" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/blog-ferramentas-300x252.jpg" alt="blog-ferramentas" width="300" height="252" /></p>
<p>Ao invés de uma chave inglesa, essas ferramentas tomam a forma de  panfletos, encartes ou releases. Não é só porque esses meios existem que  a equipe de vendas vai usá-los. “Sempre ouço vendedores reclamando que o  marketing continua investindo em soluções que eles nunca utilizarão”,  escreve ele. Aí nasce um impasse, um lado acusa o outro pelas baixas  vendas e ninguém chega a conclusão alguma.</p>
<p>Uma maneira de garantir que as ferramentas de venda sejam eficientes é  analisar como o seu consumidor compra. Por exemplo: como ele toma  conhecimento do seu produto? É pela ligação de uma atendente de  telemarketing? É por um anúncio na internet? Por um banner em um jornal  de grande circulação? Pergunte-se como sua marca pode se tornar mais  vista, mais conhecida.</p>
<p>Então, analise que decisões o consumidor toma a cada etapa do  processo de compra. “Perguntas que comecem com ‘como’ são ótimas para  questionar o próprio negócio”, escreve Baron. Por exemplo, como  aproveitar todo o feedback do consumidor? Como eles se fidelizam à  marca? Como é possível fazer melhorias no produto sem perder  consumidores?</p>
<p>Assim que você entender como é possível garantir e acelerar as  vendas, vai compreender o papel dos vendedores. Só assim, poderá  desenvolver as ferramentas mais adequadas para eles venderem com mais  eficiência. “É isso que é pregar a cortina com um martelo, e não com uma  chave inglesa”, afirma Baron.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Redsuns oferece vaga de estágio para desenvolvimento web</title>
		<link>http://blog.redsuns.com.br/2010/04/redsuns-oferece-vaga-de-estagio-para-desenvolvimento-web/</link>
		<comments>http://blog.redsuns.com.br/2010/04/redsuns-oferece-vaga-de-estagio-para-desenvolvimento-web/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 23:52:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Johnny</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vagas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.redsuns.com.br/?p=167</guid>
		<description><![CDATA[Estagiário para desenvolvimento de sistemas web
Requisitos: Sólidos conhecimentos em XHTML, CSS, PHP, MySQL e JavaScript.
Diferenciais: Conhecimentos em CMS (Drupal, Joomla, Wordpress), frameworks (Zend PHP, CodeIgniter), administração de servidores.
Carga Horária: 20h semanais (no período da Manhã).
Benefícios: bolsa auxílio + vale transporte.
Interessados, enviar email para  vagas@redsuns.com.br com seu currículo em anexo
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Estagiário para desenvolvimento de sistemas web</strong></p>
<p><strong><span style="color: #993300;">Requisitos:</span></strong> Sólidos conhecimentos em XHTML, CSS, PHP, MySQL e JavaScript.</p>
<p><strong><span style="color: #993300;">Diferenciais:</span></strong> Conhecimentos em CMS (Drupal, Joomla, Wordpress), frameworks (Zend PHP, CodeIgniter), administração de servidores.</p>
<p><strong><span style="color: #993300;">Carga Horária:</span></strong> 20h semanais (no período da Manhã).</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Benefícios: </strong></span>bolsa auxílio + vale transporte.</p>
<p>Interessados, enviar email para  <a href="mailto:vagas@redsuns.com.br?subject=Oportunidade%20de%20Trabalho">vagas@redsuns.com.br</a> com seu currículo em anexo</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.redsuns.com.br/2010/04/redsuns-oferece-vaga-de-estagio-para-desenvolvimento-web/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Publicidade online precisa de criatividade e objetividade</title>
		<link>http://blog.redsuns.com.br/2010/04/publicidade-online-precisa-de-criatividade-e-objetividade/</link>
		<comments>http://blog.redsuns.com.br/2010/04/publicidade-online-precisa-de-criatividade-e-objetividade/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 22:38:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.redsuns.com.br/?p=164</guid>
		<description><![CDATA[Um estudo recente da empresa de pesquisa em propaganda  digital Dynamic Logic constatou que a criatividade é a grande  responsável pelo sucesso ou fracasso de uma propaganda digital. O objeto  de estudo foram 170 mil anúncios criados para veiculação online.  Evidentemente, modos e locais de veiculação são fatores importantes, mas  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo recente da empresa de pesquisa em <strong>propaganda  digital</strong> Dynamic Logic constatou que a criatividade é a grande  responsável pelo sucesso ou fracasso de uma propaganda digital. O objeto  de estudo foram 170 mil anúncios criados para veiculação online.  Evidentemente, modos e locais de veiculação são fatores importantes, mas  a lógica da atratibilidade da propaganda não perde o sentido, ainda  mais considerando a velocidade de como as coisas mudam na <strong>internet</strong>.</p>
<p>Para ajudar a entender a ideia, a Dynamic Logic deu algumas dicas  para uma publicidade mais bem sucedida na web:</p>
<p><strong>A marca deve aparecer proeminentemente no anúncio:</strong> intriga e mistério raramente são boas estratégias em campanhas online. O  estudo notou que anúncios com logomarcas praticamente onipresentes  atraem mais atenção e têm melhores resultados.</p>
<p><strong>Faça cada segundo contar: </strong>o anúncio deve carregar a  mensagem da marca (seja visual ou textual) o tempo todo. O tempo que a  propaganda fica sob os olhos do espectador é curto demais para ser  mal-aproveitado.</p>
<p><strong>Anúncios que tomam tempo para se revelar não funcionam:</strong> Novamente, é aquele problema do tempo delegado pela pessoa ao anúncio.  Vá direto ao ponto, porque não se pode partir do pressuposto que alguém  ficará esperando enquanto assiste à propaganda toda. Vídeos com alta  capacidade de entreter o receptor da propaganda são uma exceção à essa  regra.</p>
<p><strong>Seja simples:</strong> não use muito mais do que duas  mensagens em suas propagandas. Divulgação de informação em excesso tira a  atenção dentro de um ambiente que exige celeridade.</p>
<p><strong>Use pessoas: </strong>o estudo constatou que o uso de pessoas  em imagens funciona especialmente bem principalmente em campanhas de  serviços financeiros.</p>
<p>Vale lembrar, contudo, que assim como na televisão, em revistas e  jornais, uma propaganda deve ser direcionada a um público-alvo. Pensar  que só por estar na web o anúncio pode atingir pessoas fora desse  público pode ser um tiro no pé.</p>
<p>A tendência da web é tornar o conteúdo  cada vez mais customizável, o que alguns especialistas chamam de <strong>Web  3.0</strong>. Nesse universo, pré-determinações de preferências de  conteúdo do usuário privilegiam o acesso de determinados tipos de  informação frente a outros.</p>
<p>Alguns sites disponibilizam esse serviço por  opção do usuário, outros analisam os cookies e históricos da pessoa que  o acessa e direcionam informações para ele. Para o <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DMS0-17200,00.html" target="_self"><strong>marketing</strong></a>, isso significa que, cada  vez mais, o usuário só entrará em contato com a propaganda destinada ao  seu perfil. Com pouco espaço e pouco tempo para apresentar um produto  ou serviço, o ideal é ser criativo e, quanto mais direto, melhor.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/publicidade-online-criatividade-conta-muito-para-o-sucesso-do-anuncio/" target="_blank">Papo Empreendedor</a></p>
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		<title>Como voar no Twitter</title>
		<link>http://blog.redsuns.com.br/2010/04/como-voar-no-twitter/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 22:34:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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A sua empresa pode tirar proveito da rede social do pássaro azul  — tudo em 140 caracteres por mensagem
 Em apenas quatro anos de  existência, a rede social Twitter teve sua história  marcada pelo crescimento vertiginoso de seus usuários. Segundo a empresa  de pesquisa eMarketer, 2009 terminou com 18 milhões de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- SubTitulo da matéria --></p>
<h3>A sua empresa pode tirar proveito da rede social do pássaro azul  — tudo em 140 caracteres por mensagem</h3>
<p><!-- Créditos --> <!-- Corpo - página da matéria -->Em apenas quatro anos de  existência, a <strong>rede social Twitter</strong> teve sua história  marcada pelo crescimento vertiginoso de seus usuários. Segundo a empresa  de pesquisa eMarketer, 2009 terminou com 18 milhões de usuários ativos  somente nos Estados Unidos, e a previsão é de 26 milhões até o fim de  2010. O Brasil é o segundo país com o maior número de participantes na  rede social (8%) e o terceiro com maior número de tweets (as mensagens  de até 140 caracteres) enviados, segundo o instituto Sysomos, que  analisou 13 milhões de usuários ativos do Twitter entre 16 de outubro e  16 de dezembro de 2009.</p>
<p><img src="http://revistapegn.globo.com/Revista/Pegn/foto/0,,37106729,00.jpg" alt="  Divulgação" width="650" height="400" /><br />
Uma ferramenta de  alcance tão amplo como essa deve ser sempre levada em consideração para  conquistar e manter clientes. Engana-se, porém, quem acha que ela  funciona para qualquer negócio. Abaixo, algumas dicas para saber se você  precisa mesmo do pássaro azul e como usá-lo de forma produtiva.</p>
<div><strong>PARA  DEFINIR O SEU PERFIL</strong></div>
<p><strong>1.</strong> Se o público que você quer atingir não utilizar o Twitter ou a internet  corriqueiramente, vai ser difícil suas ações terem algum efeito. “O <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DMS0-17385,00.html">empreendedor</a> precisa se perguntar se as pessoas que utilizam os serviços dele vão  aderir a essa estratégia”, afirma Tiago Fachini, gerente de mídias  sociais da agência A2C. “Nem toda empresa precisa entrar no Twitter.”<strong> </strong></p>
<p><strong>2.</strong> Se a reposta for positiva, defina como se  comportar e como deseja ser visto pelos seguidores do seu perfil  empresarial, além, claro, do que você quer alcançar com ele. “O Twitter  funciona para construir a identidade digital do negócio”, diz Diogo  Cardoso, coordenador de planejamento em mídias sociais da Agência Idéia  S/A.</p>
<p><strong>3.</strong> Definida a imagem da empresa,  entenda que os resultados podem demorar a aparecer. Será preciso ter  pessoas dedicadas a cuidar da conta na rede social. “Iniciativas no  Twitter muitas vezes acabam se tornando bolhas. Os empreendedores fazem  poucas atualizações e, no final, abandonam o perfil”, diz Fachini.</p>
<div><strong>PEQUENO  MANUAL DE ETIQUETA</strong></div>
<p><strong>1.</strong> Depois de abrir sua conta, não se empolgue e saia adicionando pessoas  aleatoriamente. “Procure se relacionar com quem você já fez contato ou  com pessoas que tenham alguma relação com o universo de sua empresa”,  afirma Cardoso. E vá devagar, para não parecer que seu perfil é algum  tipo de spammer.<strong></strong></p>
<p><strong>2.</strong> Não deixe de lado o uso  do bom português, só porque as mensagens são curtas. As reduções — como  “vc” ou “pq” — são até válidas, mas assassinar a ortografia, não. “Você  deve evitar que sua empresa se torne moda na rede pelos motivos  errados”, diz Cardoso.<strong></strong></p>
<p><strong>3.</strong> Faça uma pesquisa  sobre como vai alaborar suas atualizações e em que espaço de tempo. Se  há muito conteúdo para passar, programe suas publicações com intervalos  para não sobrecarregar seus seguidores — que podem ficar aborrecidos e  desistir de seguir seu perfil. E sempre envie mensagens com informações  relevantes.</p>
<p><strong>4.</strong> Por último, não deixe de  interagir com seus seguidores, usando a ferramenta para agradecer ou  tirar dúvidas. “A humanização da ferramenta é muito importante. As  pessoas perdem o interesse se a atualização é meramente mecânica”,  afirma Cardoso.</p>
<div><strong>O QUE É POSSÍVEL FAZER</strong></div>
<p><strong>1.</strong> O pássaro azul pode ser um eficiente — e  barato — canal de comunicação. Uma das ações mais utilizadas atualmente é  fazer promoções por meio de retwittes: seguidores só participam se  reproduzirem no seu perfil uma determinada mensagem. A loja virtual de  camisetas Camiseteria, por exemplo, prometeu distribuir os novos Apple  iPads como prêmio entre os que seguem o seu perfil. As chances de o  concorrente ganhar aumentam se ele retwittar o concurso. “Divulgue a  promoção entre os seus seguidores no Twitter. Se um deles for o sortudo  que ganhar o Apple iPad, você ainda terá outra chance de ganhar como  sendo seguidor do seu seguidor!”, anuncia. Estratégias como essa ajudam a  propagar a marca entre pessoas que não conhecem ou não seguem a conta.<strong></strong></p>
<p><strong>2.</strong> Divulgar novos produtos e serviços também é  uma ação comum. Mas colocar apenas o nome, uma breve descrição e um link  pode parecer oportunista para os seguidores. “Dê dicas de utilização,  de manutenção ou assuntos que se relacionem ao que você está  divulgando”, afirma Fachini.<strong></strong></p>
<p><strong>3.</strong> Para  aumentar a participação de quem acompanha seu perfil, faça enquetes e  pesquisas rápidas de opinião. Ofereça para seguidores influentes a  chance de testar algum produto ou serviço novo, para que depois  divulguem entre amigos o que acharam. E não deixe de integrar a conta no  Twitter à sua página na internet.</p>
<p><a href="http://twitter.com/redsunsbr" target="_blank">Siga a redsuns no twitter</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI125230-17156,00-COMO%20VOAR%20NO%20TWITTER.html" target="_blank">Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios</a></p>
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		<title>Cinco formas de usar o LinkedIn – para pequenas empresas</title>
		<link>http://blog.redsuns.com.br/2010/04/cinco-formas-de-usar-o-linkedin-%e2%80%93-para-pequenas-empresas/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 01:20:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[LinkedIn]]></category>

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		<description><![CDATA[Há mais de 12 milhões de pequenas empresas de todo o  mundo usando o site de relacionamento profissional LinkedIn. Isso representa, mais ou menos, 20% do  total de usuários. A maioria dessas empresas, segundo Guy Kawasaki,  co-fundador da Alltop.com – que rastreia os tópicos mais populares da  internet &#8211; utiliza o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há mais de 12 milhões de <strong>pequenas empresas</strong> de todo o  mundo usando o site de relacionamento profissional <a href="http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/cinco-formas-de-usar-o-linkedin-%e2%80%93-para-pequenas-empresas/www.linkedin.com" target="_blank">LinkedIn</a>. Isso representa, mais ou menos, 20% do  total de usuários. A maioria dessas empresas, segundo Guy Kawasaki,  co-fundador da Alltop.com – que rastreia os tópicos mais populares da  internet &#8211; utiliza o site para as coisas mais comuns: encontrar  profissionais e ampliar o negócio globalmente. Mas há outras coisas que  podem ser feitas no LinkedIn, de acordo com Kawasaki. Dê uma olhada  nessas cinco dicas:</p>
<p><strong>1. Conseguir novos consumidores através das recomendações  online</strong><br />
Consumidores satisfeitos são a melhor forma de conseguir novos clientes.  Aumente sua propaganda boca-a-boca online solicitando aos seus  consumidores que escrevam uma recomendação sobre você, que será  publicada no seu perfil no LinkedIn e se espalhará pelo site</p>
<p><strong>2. Mantenha contato com as pessoas que mais se importam com o  seu negócio</strong><br />
Sites como o LinkedIn ajudam a manter o seu negócio vivo na mente das  pessoas que se importam com ele. E o LinkedIn é efetivo aqui por dois  motivos: a intenção de fazer negócio dos usuários e as poucas  atualizações do site, o que significa que você ficará sempre visível.  Você também pode relacionar sua conta no LinkedIn à do Twitter, assim as  atualizações feitas no primeiro aparecem também no microblog</p>
<p><strong>3. Construir uma rede de contatos – online e pessoalmente</strong><br />
Procure no diretório de grupos do LinkedIn e encontre associações  setoriais e redes de contato para fazer parte. Por exemplo, se você atua  no ramo de casamentos e planejamento de eventos há mais de 530 grupos  relacionados</p>
<p><strong>4. Conquiste novos negócios respondendo a questões da sua  área</strong><br />
Use os fóruns do LinkedIn para compartilhar o conhecimento adquirido na  sua área de atuação. Essa é uma grande oportunidade para conquistar  novos negócios ou, pelo menos, contatar possíveis futuros clientes</p>
<p><strong>5. Encontrar financiamento</strong><br />
Você pode usar o LinkedIn para encontrar potenciais investidores em  startups, já que há mais de 3 milhões de pessoas dessa área no site. Uma  vez conectado, sua participação no LinkedIn (respostas, atualizações e  participações em grupos) podem, talvez, despertar o interesse desses  investidores no seu pequeno negócio</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/cinco-formas-de-usar-o-linkedin-%E2%80%93-para-pequenas-empresas/" target="_blank">Papo Empreendedor</a></p>
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		<title>62% das pequenas e médias empresas da América Latina usam algum tipo de publicidade online</title>
		<link>http://blog.redsuns.com.br/2010/04/62-das-pequenas-e-medias-empresas-da-america-latina-usam-algum-tipo-de-publicidade-online/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 01:13:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Estatísticas]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais da metade das pequenas e médias empresas latino-americanas usam algum tipo de publicidade  online. É o que diz pesquisa realizada pelo instituo  Pyramid Research em parceria com a americana Google. O levantamento, que  ouviu 3.600 empresas no Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e México,  apontou que 38% das empresas utilizam as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais da metade das <strong>pequenas e médias empresas</strong> latino-americanas usam algum tipo de <strong><a href="http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/publicidade-online-criatividade-conta-muito-para-o-sucesso-do-anuncio/">publicidade  online</a></strong>. É o que diz pesquisa realizada pelo instituo  Pyramid Research em parceria com a americana Google. O levantamento, que  ouviu 3.600 empresas no Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e México,  apontou que 38% das empresas utilizam as ferramentas de busca para  divulgação, 16% preferem os banners e displays e 8% as plataformas  multimídia. Para Alexandre Hohagen, brasileiro que é diretor geral da  Google na América Latina, os <strong>pequenos e médios empresários</strong> representam o principal mercado para a multinacional. &#8220;Estamos muito  otimistas. Essas PMEs vão se transformar em grandes empresas e ser o  motor da região&#8221;, disse Hohagen, durante a divulgação da pesquisa, nesta  quinta-feira (15), em Buenos Aires.</p>
<p>De acordo com o  executivo, a América Latina tem hoje cerca de 580 milhões de habitantes,  mas apenas 200 milhões têm acesso à internet. Apesar do número de  internautas ser proporcionalmente baixo, Hohagen afirma que esse não é o  maior obstáculo da gigante na região. &#8220;O maior desafio da Google é  fazer com que os pequenos e médios empresários entendam quais são as  características e os benefícios da publicidade online&#8221;, diz ele.</p>
<p>A pesquisa apontou ainda que 86% das empresas da região têm um  site, mas apenas 18% deles conta com plataforma de <strong>comércio  eletrônico</strong>. No entanto, nesse sentido, as perspectives são  positivas: 24% das empresas que não vendem pela rede pretendem  implementar um sistema de pagamento virtual no prazo de seis a 18 meses.  No Brasil, 25% das PMEs têm site com plataforma de vendas. &#8220;O nível de  sofisticação de tecnologia da informação ainda é muito baixo na América  Latina&#8221;, diz Hohagen.</p>
<p>Fonte: <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI133869-17180,00-DAS%20PEQUENAS%20E%20MEDIAS%20EMPRESAS%20DA%20AMERICA%20LATINA%20USAM%20ALGUM%20TIPO%20DE%20PUBLICI.html" target="_blank">Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios</a></p>
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		<title>Redes sociais são a chave de futuros negócios, dizem especialistas</title>
		<link>http://blog.redsuns.com.br/2010/03/redes-sociais-sao-a-chave-de-futuros-negocios-dizem-especialistas/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 23:45:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Investir nessas ferramentas transmite qualidade e segurança ao cliente
As redes sociais – Orkut, Facebook, Twitter, entre outras &#8211; são ferramentas que precisam ser exploradas pelas empresas, incluindo o varejo. Mas, não basta publicar uma série de informações. Os empresários precisam orientar o cliente e chamar a sua atenção de maneira criativa. “Não é só para publicar ofertas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Investir nessas ferramentas transmite qualidade e segurança ao cliente</h3>
<p>As <strong>redes sociais</strong> – Orkut, Facebook, Twitter, entre outras &#8211; são ferramentas que precisam ser exploradas pelas empresas, incluindo o varejo. Mas, não basta publicar uma série de informações. Os empresários precisam orientar o cliente e chamar a sua atenção de maneira <strong>criativa</strong>. “Não é só para publicar ofertas. Isso todo mundo faz. O empreendedor precisa agregar valor”, afirma Ricardo Pastore, diretor da consultoria de planejamento estratégico Growbiz.</p>
<p>Se uma loja é voltada para o ramo musical, pode colocar clips, disponibilizar trechos de músicas, mostrar a capa de um cd novo. Se vende calçados, pode mostrar fotos dos pares exibindo cada detalhe do produto. Segundo os especialistas, a palavra para utilizar bem esse tipo de ferramenta é a <strong>inovação</strong>. “É essencial formar e multiplicar fãs e seguidores da marca”, diz Pastore sobre o Twitter, Orkut e as outras <strong>redes sociais</strong>. Essa maneira de pensar faz com que essas plataformas sejam elevadas a <strong>redes de comunicação</strong>, pois permitem a fixação do nome da empresa, o conhecimento sobre a linha de produtos vendidos e despertam a <strong>curiosidade </strong>de saber mais sobre o assunto. Essas informações, se transmitidas com coerência, valorizam a qualidade da venda. “As pessoas quando pensam em uma marca pensam no conjunto”, afirma Edmour Saiani, sócio-diretor da agência de gestão estratégica Ponto de Referência. O cliente se sente mais satisfeito pelo serviço prestado e mais seguro para uma nova compra. A utilização de mais recursos para apresentar o trabalho de uma companhia interessa o público final. “O consumidor é visto como o protagonista do processo”, afirma Francisco Alvarez, professor de Marketing da USP e responsável pela consultoria de marketing Trade Marketing</p>
<p>Fonte:<a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI121417-17180,00-REDES+SOCIAIS+SAO+A+CHAVE+DE+FUTUROS+NEGOCIOS+DIZEM+ESPECIALISTAS.html" target="_blank"> Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios</a></p>
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		<title>Conectando a uma base MySQL com PHP</title>
		<link>http://blog.redsuns.com.br/2010/03/conectando-base-mysql-com-php/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 23:26:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Johnny</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[MySQL]]></category>
		<category><![CDATA[PHP]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje vamos apresentar um exemplo simples de como se conectar a uma base de dados MySQL em um script PHP.



&#60;?php


&#160;


$HOST = &#8221;; //Endereço do Host, ex: localhost


$USUARIO = &#8221;; //Usuário do Banco de Dados


$SENHA = &#8221;; //Sua senha do Banco de Dados


$DB = &#8221;; //Nome do Banco de Dados


&#160;


//Abre a conexão com o banco de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje vamos apresentar um exemplo simples de como se conectar a uma base de dados MySQL em um script PHP.<span id="more-83"></span></p>
<div class="dean_ch" style="white-space: wrap;">
<ol>
<li class="li1">
<div class="de1"><span class="kw2">&lt;?php</span></div>
</li>
<li class="li1">
<div class="de1">&nbsp;</div>
</li>
<li class="li1">
<div class="de1"><span class="re0">$HOST</span> = <span class="st0">&#8221;</span>; <span class="co1">//Endereço do Host, ex: localhost</span></div>
</li>
<li class="li1">
<div class="de1"><span class="re0">$USUARIO</span> = <span class="st0">&#8221;</span>; <span class="co1">//Usuário do Banco de Dados</span></div>
</li>
<li class="li2">
<div class="de2"><span class="re0">$SENHA</span> = <span class="st0">&#8221;</span>; <span class="co1">//Sua senha do Banco de Dados</span></div>
</li>
<li class="li1">
<div class="de1"><span class="re0">$DB</span> = <span class="st0">&#8221;</span>; <span class="co1">//Nome do Banco de Dados</span></div>
</li>
<li class="li1">
<div class="de1">&nbsp;</div>
</li>
<li class="li1">
<div class="de1"><span class="co1">//Abre a conexão com o banco de dados</span></div>
</li>
<li class="li1">
<div class="de1"><span class="re0">$conexao</span> = <a href="http://www.php.net/mysql_connect"><span class="kw3">mysql_connect</span></a><span class="br0">&#40;</span><span class="re0">$HOST</span>, <span class="re0">$USUARIO</span>, <span class="re0">$SENHA</span><span class="br0">&#41;</span>;</div>
</li>
<li class="li2">
<div class="de2"><span class="co1">//Seleciona o banco de dados</span></div>
</li>
<li class="li1">
<div class="de1"><a href="http://www.php.net/mysql_select_db"><span class="kw3">mysql_select_db</span></a><span class="br0">&#40;</span><span class="re0">$DB</span><span class="br0">&#41;</span>;</div>
</li>
<li class="li1">
<div class="de1">&nbsp;</div>
</li>
<li class="li1">
<div class="de1"><span class="re0">$sql</span> = <span class="st0">&#8221;</span>; <span class="co1">//Consulta SQL</span></div>
</li>
<li class="li1">
<div class="de1"><span class="re0">$query</span> = <a href="http://www.php.net/mysql_query"><span class="kw3">mysql_query</span></a><span class="br0">&#40;</span><span class="re0">$sql</span><span class="br0">&#41;</span>;</div>
</li>
<li class="li2">
<div class="de2">&nbsp;</div>
</li>
<li class="li1">
<div class="de1"><span class="kw1">if</span> <span class="br0">&#40;</span><span class="re0">$query</span><span class="br0">&#41;</span><span class="br0">&#123;</span></div>
</li>
<li class="li1">
<div class="de1">&nbsp; &nbsp; <span class="co1">//Query executada com sucesso</span></div>
</li>
<li class="li1">
<div class="de1"><span class="br0">&#125;</span> <span class="kw1">else</span><span class="br0">&#123;</span></div>
</li>
<li class="li1">
<div class="de1">&nbsp; &nbsp; <span class="co1">//Erro ao executar a query</span></div>
</li>
<li class="li2">
<div class="de2"><span class="br0">&#125;</span></div>
</li>
<li class="li1">
<div class="de1">&nbsp;</div>
</li>
<li class="li1">
<div class="de1"><span class="co1">//Fechar conexão quando não estiver sendo utilizada</span></div>
</li>
<li class="li1">
<div class="de1"><a href="http://www.php.net/mysql_close"><span class="kw3">mysql_close</span></a><span class="br0">&#40;</span><span class="re0">$conexao</span><span class="br0">&#41;</span>;</div>
</li>
<li class="li1">
<div class="de1">&nbsp;</div>
</li>
<li class="li2">
<div class="de2"><span class="kw2">?&gt;</span></div>
</li>
</ol>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Quem tem medo de Photoshop?</title>
		<link>http://blog.redsuns.com.br/2010/03/quem-tem-medo-de-photoshop/</link>
		<comments>http://blog.redsuns.com.br/2010/03/quem-tem-medo-de-photoshop/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 00:57:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento de Imagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Projeto em discussão na Câmara prevê que agências publicitárias informem  quando imagem de anúncio for alterada por um software de edição
Os corpos perfeitos e as praias paradisíacas dos anúncio  publicitários nem sempre são um retrato da mais pura realidade. Com a  tecnologia, as cinturas femininas se afinam, a pele se livra de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Projeto em discussão na Câmara prevê que agências publicitárias informem  quando imagem de anúncio for alterada por um software de edição</h3>
<p>Os corpos perfeitos e as praias paradisíacas dos anúncio  publicitários nem sempre são um retrato da mais pura realidade. Com a  tecnologia, as cinturas femininas se afinam, a pele se livra de rugas ou  celulites, e o litoral paranaense se transforma na costa do Caribe. São  “retoques” comuns – muitas vezes exagerados, é verdade – na criação de  um comercial, mas que agora estão na mira de um projeto de lei de  autoria do deputado federal Wladimir Costa (PMDB-PA).</p>
<p>Em análise na Câmara dos Deputados, o documento prevê que agências e  veículos fiquem obrigados a informar quando a imagem de uma pessoa  sofreu algum tipo de alteração feita por programas de edição de imagem –  como o Photoshop, o mais popular deles. Pela proposta, as peças devem  trazer a mensagem: “Atenção: imagem retocada para alterar a aparência  física da pessoa retratada”.</p>
<p>A ideia não chega a ser novidade no mercado publicitário. No ano  passado, propostas semelhantes geraram polêmica na França e no Reino  Unido. A alegação da deputada Valerie Boyer, autora do projeto francês, é  que a medida visa a combater a imagem estereotipada de que todas as  mulheres são jovens e bonitas. Em declarações à imprensa internacional,  Valerie argumenta também que a anorexia é a doença psiquiátrica que mais  mata na França.</p>
<p>Sob argumentos parecidos, o projeto britânico é ainda mais complexo: a  deputada Jo Swinson propõe a proibição do uso de imagens manipuladas em  anúncios dirigidos ao público menor de 16 anos, e a informação do tipo  de alteração nas demais campanhas. Para ela, o foco na aparência  feminina está “fora de controle”. “Ninguém tem pele, cabelos e corpos  tão perfeitos. No entanto, a maioria das mulheres hoje não aceita nada  além da perfeição”, declarou.</p>
<p>Em seu projeto, o deputado brasileiro justifica a medida afirmando  que os exageros são cada vez mais constantes nos meios de comunicação, e  que eles influenciam “significativamente” na formação dos padrões de  beleza, sobretudo femininos. “O resultado dessa saturação de imagens  publicitárias é a fixação de um padrão de beleza irreal, no qual a  magreza absoluta é intensamente valorizada”, diz o texto.</p>
<p><strong>Polêmica</strong></p>
<p>Um anúncio publicado pela marca de roupas Ralph Lauren no fim do ano  passado dá munição aos le­­gisladores. A foto foi alvo de centenas de  críticas porque a modelo teria sido tão “emagrecida” pelo Photoshop que  ficou com a cabeça maior do que a nova cintura. A marca assumiu o erro e  divulgou uma nota pedindo desculpas. “Depois de investigarmos,  descobrimos que somos os responsáveis pela imagem e retoques de baixa  qualidade que resultaram em uma imagem muito distorcida do corpo de uma  mulher. Tomaremos todas as precauções para garantir que nosso trabalho  de arte represente a nossa marca apropriadamente”, afirmava a nota.</p>
<p><strong>Bom senso</strong></p>
<p>Essa “gritaria” popular, avalia o diretor do Clube de Criação do  Paraná (CCPR), Ricardo Schrappe, diretor da agência Fuego Comunicação,  é, em geral, suficiente para conter os exageros no uso desse tipo de  recurso. “A publicidade se vale de uma verdade. Mas se ela exagera essa  verdade, vai ser punida pelo próprio mercado, naturalmente. O consumidor  vai se voltar contra a empresa caso se sinta enganado”, diz. “Uma lei  como essa é algo artificial. Vamos proibir a Playboy também, a maior  usuária desse recurso? Muito mais nocivo é a maquiagem que se faz em  alguns políticos.”</p>
<p><strong>Para todos?</strong></p>
<p>Um outro problema da aplicação da lei é o fato de praticamente todas  as imagens usadas hoje em publicidade sofrerem algum tipo de tratamento  em programas de edição de imagem. “Quando fazíamos o trabalho em filme,  em película, a produção era muito maior e a foto tirada estava  praticamente pronta”, diz o fotógrafo publicitário Nuno Papp. “Hoje, é  tudo muito mais rápido e você vai, invariavelmente, tratar a imagem  antes de usá-la. O Photoshop é uma ferramenta necessária.”</p>
<p>Para o fotógrafo, o consumidor está acostumado com o padrão de beleza  que vê nas imagens. “Existem alguns fotógrafos que trabalham com  pessoas ao natural. Mas são fotos para situações específicas, que muitos  estranhariam se vissem na publicidade tradicional”, diz. “Transformar  uma modelo 44 em um corpo 36 é errado, claro. Mas um tratamento de  imagem é necessário.”</p>
<p>Esse necessário inclui deixar os olhos da modelo mais abertos, as  maçãs do rosto mais altas e rosadas, levantar a sobrancelha ou esconder  aquela marca na pele ou aquela veia saltada. “A publicidade sempre se  valeu de uma certa liberdade poética. A questão está no bom senso”,  completa Schrappe.</p>
<p><strong>Botox</strong></p>
<p>Convidado a comentar o assunto, o diretor de criação da AlmapBBDO,  Marcello Serpa, informou que não poderia dar entrevista. Mas fez uma  sequência de críticas ao projeto em seu Twitter. “Quem usa botox, pôs  silicone, pintou o cabelo, passou batom, usa peruca tem de andar com a  placa também?”, questionou.</p>
<p><strong>Punição</strong></p>
<p>A punição prevista no projeto é o pagamento de multas que variam  entre R$ 1,5 mil e R$ 50 mil, e podem crescer em caso de reincidência. O  governo ainda precisaria definir, no entanto, o órgão responsável pela  aplicação das advertências e multas.</p>
<p>O projeto foi apresentado em fevereiro e agora está sujeito a  apreciação conclusiva das comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação  e Informática, Defesa do Consumidor e Constituição, Justiça e  Cidadania. Ou seja, a princípio, ele não precisa passar por votação na  Câmara. Isso deve acontecer, no entanto, se houver alguma discordância  por parte das comissões, ou se um grupo de 51 deputados fizer menção  contrária a ele.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=986522&amp;tit=Quem-tem-medo-de-Photoshop" target="_blank">Gazeta do Povo</a></p>
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		<title>Site amplia oportunidades de negócios</title>
		<link>http://blog.redsuns.com.br/2010/03/site-amplia-oportunidades-de-negocios/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 22:35:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Cruzamento automático de informações é um dos grandes atrativos do  ambiente virtual criado pelo Sebrae; para participar, basta realizar um  cadastro

 Da Agência Sebrae de Notícias 
 Encontrar uma atividade de  interesse, com volume de investimento que caiba no  bolso e o local onde o negócio possa ser instalado. Com estes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Cruzamento automático de informações é um dos grandes atrativos do  ambiente virtual criado pelo Sebrae; para participar, basta realizar um  cadastro</h2>
<p><!-- Créditos --><br />
<address> Da Agência Sebrae de Notícias </address>
<p> <!-- Corpo - página da matéria -->Encontrar uma atividade de  interesse, com volume de <strong>investimento</strong> que caiba no  bolso e o local onde o negócio possa ser instalado. Com estes poucos  dados, o site da Feira do Empreendedor Online faz o cruzamento  automático das informações e concilia o interesse entre potenciais <strong>empresários</strong> e <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI82398-17208,00-ANUARIO+FRANQUIAS+PARA+VOCE+INVESTIR.html" target="_self">franqueadores</a></strong>,  que também ganham na outra ponta com a exposição das suas ofertas.</p>
<p>O primeiro balanço sobre esse serviço do Sebrae  indica que ele desperta interesse significativo do público. O ambiente  virtual entrou em operação em novembro de 2009, já tem cerca de 2 mil  empresários cadastrados e 80,7% dos perfis receberam comentários em suas  <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DMS0-17192,00.html" target="_self">oportunidades  de negócios</a></strong>.</p>
<p>Os dados mostram  ainda que o setor de Comércio lidera com 42,2% do total de negócios  oferecidos no site, seguido por Serviços, com 40,6%, e Indústria, com  16,7%. Dos cadastros registrados, 428 (29,23%) pertencem a São Paulo,  155 (10,59%), ao Rio de Janeiro, e 94 (6,42%), a Minas Gerais.</p>
<p><strong>Inscrição</strong></p>
<p>O  processo de inscrição na Feira Online é simples e rápido. Basta acessar o  endereço <a href="http://www.feiradoempreendedoronline.sebrae.com.br/" target="_blank">www.feiradoempreendedoronline.sebrae.com.br</a>.  Neste espaço, o empresário pode divulgar fotos, descrever em detalhes  seu <strong>empreendimento</strong> e entrar em contato com as pessoas  que se interessam pelo seu negócio. Tanto grandes franquias nacionais  como empresários iniciantes têm suas marcas expostas na Feira Online.</p>
<p>A navegação é permitida para qualquer pessoa  interessada apenas em pesquisar as possibilidades de negócio, mas para  entrar em contato com os demais empresários é preciso fazer o cadastro.</p>
<p>“Este ambiente é um canal de promoção comercial e de  cruzamento de demandas constantemente disponível e sem qualquer custo&#8221;,  avalia a coordenadora nacional do Circuito de Feiras do Empreendedor,  Andrea faria.</p>
<p>Fonte: <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI129028-17180,00-SITE+AMPLIA+OPORTUNIDADES+DE+NEGOCIOS.html" target="_blank">Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios</a></p>
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		<title>Pesquisa mostra que 30% das MPEs compram ou vendem pela internet</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 22:34:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar de não admitir, maioria dos empresários não faz negócios por  desconhecimento das ferramentas, diz superintendente de marketing da  Associação Comercial de São Paulo, Sandra Turchi

 Da Agência Sebrae de Notícias 
Pesquisa inédita divulgada  nesta quinta-feira (25) pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP)  revela que cerca de 30% das micro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Apesar de não admitir, maioria dos empresários não faz negócios por  desconhecimento das ferramentas, diz superintendente de marketing da  Associação Comercial de São Paulo, Sandra Turchi</h2>
<p><!-- Créditos --></p>
<address> Da Agência Sebrae de Notícias </address>
<p><!-- Corpo - página da matéria -->Pesquisa inédita divulgada  nesta quinta-feira (25) pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP)  revela que cerca de 30% das <strong>micro</strong> e <strong>pequenas  empresas</strong> da capital paulista já compram ou vendem pela <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML7988-17149,00-INTERNET.html">internet</a></strong>.  O número ainda é muito baixo em relação às grandes empresas,  principalmente as redes de <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML7873-17149,00-VAREJO.html" target="_self">varejo</a></strong>,  que concentram boa parte de suas operações de venda pela internet.</p>
<p>A pesquisa, concluída em janeiro de 2010, realizou  500 entrevistas com gestores de empresas de todos os segmentos na cidade  de São Paulo. O maior percentual de empresas que fazem negócios pela  rede é no <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML11069-17149,00-INDUSTRIA.html" target="_self">setor  industrial</a></strong>, que também lidera o item de vendas on-line  (135). Os segmentos de serviços e comércio atacadista representam 16% e  15%, respectivamente.</p>
<p>Dos 70% que não realizam  negócios pela internet, cerca de 47% declarou que não o fazem por falta  de necessidade de usar este canal. Apenas 19% admitem falta de estrutura  e conhecimento para utilizar as ferramentas de comércio eletrônico.</p>
<p>A superintendente de <strong>marketing</strong> da  Associação Comercial, Sandra Turchi, desconfia dessas respostas. “Muitos  entrevistados dizem que não se interessam pela internet por total  desconhecimento de como usar a ferramenta, mas não querem admitir na  pesquisa”, diz.</p>
<p>A pesquisa mostra também que 60%  das empresas que fazem negócios pela rede mundial de computadores tem  loja virtual e 64% das compras são de pessoa jurídica (B2B). Além disso,  60% dizem ter site próprio. Das que têm site próprio, 67% possuem há  mais de 3 anos e 46% renovaram seus sites nos últimos seis meses.</p>
<p>Do total de empresas pesquisadas, 11% declararam  vender pela internet. Das empresas que fazem e-commerce, a logística  mais utilizada, além da própria empresa (15%), são os Correios (15%).</p>
<p>Para o coordenador nacional da Câmara-e.net, Gerson  Rolim, o comércio eletrônico nas micro e pequenas empresas tem crescido  30% por ano nos últimos cinco anos. “Se pensarmos na projeção da Anatel  para 2018 de que a banda larga passará de 10 milhões para 140 milhões de  usuários, temos aí o tamanho do mercado possível de e-commerce”.</p>
<p><strong>Selo de Segurança -</strong> A Associação  Comercial e a Câmara.Net deverão até meados de julho lançar um selo de  segurança para aumentar a <strong>credibilidade</strong> dos negócios de  micro e pequenas empresas na internet. Para Sandra Turchi, a idéia é  que, para conquistar o selo, os pequenos negócios observem critérios  como formas de pagamento, meios de atendimento, logística, hospedagem,  certificação do servidor e legalização da empresa.</p>
<p>“Estamos discutindo esse selo há mais de três meses e procuramos a  Fundação Vanzolini, que tem experiência no assunto para nos auxiliar. A  idéia é ter um selo o mais desburocratizado possível para que as micro e  pequenas empresas tenham acesso”, disse Sandra.</p>
<p>Além do selo, Rolim afirmou que deverá ser criada em breve uma câmara  arbitral de e-commerce para tentar resolver os conflitos de negócios na  internet. Segundo ele, a Câmara-e.net e o Ministério Público Federal  criaram um fórum de comércio eletrônico para debater um marco  regulatório para a internet no Brasil.</p>
<p>Fonte:<a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI129057-17180,00-PESQUISA%20MOSTRA%20QUE%20DAS%20MPES%20COMPRAM%20OU%20VENDEM%20PELA%20INTERNET.html" target="_blank"> Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios</a></p>
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		<title>5 formas de fisgar o cliente pelo celular</title>
		<link>http://blog.redsuns.com.br/2010/03/5-formas-de-fisgar-o-cliente-pelo-celular/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 23:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Celular]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>

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		<description><![CDATA[São 170 milhões de celulares habilitados no Brasil. Quem souber fazer um marketing direcionado pelo celular tem muito a ganhar. De acordo com Federico Pisani Massamormile, presidente da Mobile Marketing Association (MMA) e da agência especializada Hanzo, esse tipo de campanha entrou de vez nos orçamentos das empresas. “O celular se transformou em uma mídia de massa. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São 170 milhões de <strong>celulares</strong> habilitados no Brasil. Quem souber fazer um <strong>marketing</strong> direcionado pelo celular tem muito a ganhar. De acordo com Federico Pisani Massamormile, presidente da Mobile Marketing Association (MMA) e da agência especializada Hanzo, esse tipo de campanha entrou de vez nos orçamentos das empresas. “O celular se transformou em uma mídia de massa. Mas com o diferencial de ser possível falar com cada consumidor individualmente”, diz. Segundo cálculos do presidente da MMA, foram investidos em mobile marketing no Brasil cerca de R$ 80 milhões no ano passado e esse volume deve alcançar R$ 200 milhões em 2010. A principal recomendação para quem quiser investir em ações do gênero é simples, porém, nem todas as <strong>empresas</strong> costumam seguir: o consumidor está sempre no controle e deve autorizar o recebimento de qualquer mensagem. Também é preciso definir bem o público-alvo e o objetivo da campanha. A seguir, <strong>Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios</strong> mostra como conquistar o consumidor pelo telefone.</p>
<hr size="2" /><strong>SMS</strong><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong>Custo: De R$ 1 a R$ 1,50 por mensagem</strong></p>
<p>É a forma mais antiga, comum e fácil de conquistar clientes pelos celulares. Segundo dados da MMA, 82,5 milhões de usuários de celular comunicam-se por mensagens de texto (dados de 2008). Para realizar ações de divulgação institucional e promoções por SMS, é necessário ter parceria com as operadoras. Geralmente, contrata-se uma agência para fazer essa ponte. É possível enviar mensagens para clientes cadastrados ou contratar os chamados SMS Broadcast, listas das próprias operadoras. “A regra é não invadir a privacidade do consumidor. O cliente precisa estar cadastrado”, diz Fabio Cardoso, sócio da agência especializada Ei Mobile.</p>
<p>Dante Cordeiro, proprietário da Polatti &amp; Cordeiro Imóveis, de Curitiba, achou uma forma original — e eficiente — de usar o SMS para conquistar clientes. Desde o ano passado, ele escreve um número de SMS nas placas de “Aluga-se” e “Vende-se” dos imóveis. Os interessados enviam uma mensagem para o número e recebem um torpedo com os detalhes do empreendimento, como tamanho, valor, quantidade de quartos e vagas na garagem. “Aumentou o número de negócios concretizados e os corretores ficaram mais disponíveis, pois diminuíram as ligações pedindo informações”, diz Cordeiro. Em 2009, o número de contratos fechados cresceu 20% em relação a 2008, ultrapassando 60 no total. Dos 230 imóveis do portfólio da imobiliária, 30 têm informações disponíveis por SMS. “Queremos alcançar 100% neste ano. O cliente que recebe as informações pelo celular já vem pronto para fechar negócio”, afirma.</p>
<hr size="2" /><strong>Torpedo de voz</strong><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong>Custo: De R$ 0,60 a R$ 0,90 por envio </strong></p>
<p>O consumidor recebe uma ligação normal, mas, do outro lado da linha, não há ninguém, apenas uma mensagem gravada. O torpedo de voz, como é conhecida essa chamada, representa ótima oportunidade de relacionamento com os clientes — quando usado corretamente. A Sixpix, especializada em criação de conteúdo, adotou a estratégia para se relacionar com o público dos projetos que organiza. No último evento de tecnologia YouPix, preparado pela companhia, todas as confirmações de presença foram feitas por um torpedo de voz gravado pela apresentadora Rosana Hermann, que tem mais de 48 mil seguidores no Twitter. “A mensagem era bem-humorada e a Rosana é conhecida entre o público-alvo. Sentimos na hora o efeito da ação”, diz Bob Wollheim, presidente da Sixpix. Segundo ele, 80% dos que receberam a mensagem repercutiram o evento de alguma maneira: no Twitter, em blogs, por e-mail ou pessoalmente, no dia do YouPix. “Tem um poder de viralização incrível”, diz Wollheim, que utiliza o recurso para todos os eventos que organiza. A Sixpix só envia mensagens de voz para quem a autoriza, o que é fundamental para conseguir uma boa repercussão. “As pessoas ficam bravas quando recebem esse tipo de mensagem sem permissão”, afirma o empresário. “Também é importante ser relevante. Lembre-se de que a sua empresa vai invadir o celular de uma pessoa.”</p>
<hr size="2" /><strong>Bluetooth</strong><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong>Custo: da máquina, R$ 2 mil por mês (com alcance de 10 metros quadrados); do conteúdo, entre R$ 2 mil e R$ 10 mil </strong></p>
<p>Atingir o consumidor diretamente e próximo ao ponto de venda: essa é a principal vantagem das ações de bluetooth marketing. A tecnologia permite posicionar dispositivos inteligentes em uma determinada área e enviar conteúdo para os celulares das pessoas que passam pelo local. O alcance das mensagens é limitado, mas as empresas podem colocar o dispositivo em um lugar predeterminado ou nas mãos de promotores em áreas de bastante movimento.</p>
<p>Foi o que fez a construtora Plano &amp; Plano. Para divulgar um empreendimento voltado para a classe C em Guarulhos, na Grande São Paulo, duas promotoras circularam pelo centro da cidade e enviaram uma mensagem animada para os celulares em volta. “Informamos detalhes sobre o imóvel”, diz Adriane Cardoso, gerente que coordenou a campanha. Em cinco dias, as promotoras mandaram mensagens para 95 clientes em potencial. “É uma ação que tem um custo-benefício melhor em relação à mídia de rua tradicional. Para quem trabalha com a classe C, com margens apertadas, é muito mais interessante”, diz Adriane.</p>
<p>Como o usuário precisa ativar o bluetooth do próprio celular para receber o conteúdo, não existe perigo de a ação ser considerada invasiva. Muita gente não sabe lidar com o próprio telefone, por isso é importante contar com pessoas que ensinem os clientes a ativar a tecnologia na hora.</p>
<hr size="2" /><strong>Sites</strong><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong>Custo: R$ 15 mil, em média </strong></p>
<p>Do total de celulares existentes no mercado, 6% acessam a internet — ou cerca de 10 milhões de usuários —, de acordo com dados da Mobile Marketing Association. Esse público, que compra pacotes de dados e modernos aparelhos, navega pela rede em qualquer horário ou lugar do mundo. No entanto, os navegadores dos celulares não têm a mesma capacidade de um browser de computador. Por isso, é preciso adaptar o site das empresas para a plataforma.</p>
<p>“Antes de definir as informações que serão levadas para o mobile site, é preciso ter em mente as necessidades dos usuários de celular”, diz Rodolpho Ramirez, sócio da Pixel, agência especializada no assunto. Como o site precisa ser mais leve para rodar facilmente, algumas informações devem ficar de fora. “É preciso avaliar quais conteúdos e serviços são mais atrativos”, diz Daniel Mendes, sócio da agência especializada Fluida.</p>
<p>A empresa de seguro de viagens Travel Ace optou por um mobile site focado nos passageiros de viagens internacionais, que representam 99% do seu público. “O site precisa ser ágil e prestar um serviço para o consumidor. Porque ele só vai acessar se precisar muito”, diz Marcelo Enrique Fernandez, presidente da Travel Ace. No site da empresa, os consumidores encontram os dados de contato, área para registrar ocorrências e as formas de acionar a assistência ao viajante. As plataformas de vendas e de câmbio, por exemplo, ficaram de fora. “Usamos o site de celular como ferramenta de relacionamento para fidelizar o cliente”, diz Fernandez.</p>
<hr size="2" /><strong>Aplicativos</strong><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong>Custo: De R$ 25 mil a R$ 100 mil </strong></p>
<p>Os aplicativos para celular tornaram-se uma febre depois do lançamento do iPhone. O total de downloads da loja da Apple já ultrapassa 2 bilhões e fez com que outros fabricantes também apostassem no recurso. Os downloads da loja da Nokia chegam a 1 milhão por dia, segundo informações da própria empresa. Os aplicativos também vêm se consolidando como um interessante canal de marketing: muitas companhias estão criando aplicativos para estreitar o relacionamento com seus consumidores. “As empresas deixam de ser apenas vendedoras ou prestadoras de serviço e oferecem um produto de valor agregado”, diz David Reck, sócio da agência especializada Enken.</p>
<p>Antes de definir como será o aplicativo para seus clientes, é preciso ter em mente que não se trata de uma peça de divulgação simples. “É necessário envolver o consumidor”, afirma Fabio Cardoso, da Ei Mobile. E oferecer o serviço gratuitamente. Um dos aplicativos corporativos mais bem-sucedidos foi desenvolvido pela fabricante de cerveja Heineken. Ele permite calcular a quantidade de bebida necessária para um determinado evento e localizar bares que vendem a cerveja. “Os aplicativos são uma tendência do mobile marketing viável para qualquer empresa e indicados para quem tem um serviço para oferecer”, diz Cardoso. “Os brasileiros são bastante receptivos aos aplicativos de empresas, mas é preciso ter um conteúdo interessante”, afirma Daniel Mendes, sócio da Fluida. Quem quiser oferecer um aplicativo deverá validá-lo com as fabricantes de celulares.</p>
<p>Fonte Revista: <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI119975-17156,00-FORMAS%20DE%20FISGAR%20O%20CLIENTE%20PELO%20CELULAR.html" target="_blank">Pequenes Empresas &amp; Grandes Negócios</a></p>
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